Para começar, acho bom ressaltar que se você não quiser ler isto é melhor nem continuar a leitura pois aprendemos somente aquilo que nos interessa, ok? Pois, pois. Vamos lá.
O que aprendi lendo "O Desejo de Ensinar e a Arte de Aprender" de Rubem Alves foram coisas das quais algumas eu já sabia, e outras coisas das quais foram muito legais para acomodar no meu cérebro. Não são informações que eu classificaria como extraordinárias e sim como fundamentais para uma boa aprendizagem e até mesmo uma boa convivência.
→Curiosidade é uma coceira nas ideias.
→Para parar de pensar não há nada melhor que trabalhar com as mãos.
→Motivação com fascínio ajudam a aprender.
→E aprender nos livra da coceira da curiosidade.
→Os limites da nossa linguagem denotam os limites do nosso mundo.
→"É fácil levar a égua até o ribeirão. O difícil é convencê-la a beber água."
→Somos movidos por vontades.
→É da natureza das crianças beber de várias águas. Entretanto há muitos adultos que são como éguas que perderam a curiosidade, são felizes com as águas do ribeirão conhecido.
→A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.
→Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva.
→Fome é afeto.
Mas espera!
→Afeto vem do latim e quer dizer "ir atrás". No caso atrás de conhecimento e não de carinho, beijo e :x Enfim, entendeu né...
→O conhecimento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto de seu desejo.
→Mas se o desejo for satisfeito, a máquina de pensar não pensa.
→Conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
→Conhecimentos não nascidos do desejo são como um fogão na casa de um anoréxico, nunca será aceso.
→O amor faz a magia de ligar coisas separadas, até mesmo contraditórias.
→As coisas ficam contagiadas com a aura da pessoa amada, por isso aprendemos a gostar do que quem amamos gosta.
→Aprendo porque amo, aprendo porque admiro.
→Quando admiramos um mestre é uma vitória saber o que ele sabe pois, assim, é como ser como ele.
→Gostamos de desafios para entortar as coisas e transformá-las num brinquedo que desafie nossa inteligência.
→Hábitos são comportamentos automatizafos que nada têm a ver com prazer.
Pois então, não tem como não ter percebido patavinas do que acabei de falar. Nós, humanos, somos unidades bio-psicológicas incríveis!
Sarah Marques
Nenhum comentário:
Postar um comentário