Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Ao te desvendar a sós...

Fico só na vontade, fica só na imaginação, ficam as palavras no ar, no vazio, perdidas...
Filipe Catto é um cantor novo no cenário musical, é um cara talentoso que nos leva a imaginar e refletir com as letras de suas músicas como nenhum outro cantor consegue fazer. Pelo menos comigo é assim!
Charme, bom gosto, voz bonita e beleza é o que não faltam a esse gaúcho de 25 anos que arrebatou meu coração assim como outros poucos excelentes cantores fizeram. Sim, foi amor a primeira nota musical! E mesmo que eu use palavras apaixonadas, isso tudo não passa de identificação com o que ele canta e emoção ao vê-lo no palco.
E em falar em palco, que presença de palco ele tem! Os sentimentos ficam a flor da pele e é um momento incrível em que acontece uma ligação onde a música toca da forma mais íntima que ela pode por meio da voz de Filipe. É algo mágico, do qual posso contar nos dedos os cantores que foram/são capazes de exalar tamanhas emoções pelos poros, pela boca e pela alma.
Filipe Catto é puro talento e amor.


"Entre cabelos, olhos e furacões" foi o que escolhi para me dar de presente de aniversário semana passada. Eu não poderia ter feito escolha melhor, o dvd é um mix de luzes que particularmente me deixou muito impressionada. O palco foi explorado de forma a nos dar a sensação ora espaçoso, ora cubículo onde só cabe o Filipe e a sua voz que repercute no escuro. As I said, he's awesome!

por Sarah Marques

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Música = Amor

Nos (bons) tempos do rebolado de Elvis, a música branca descobriu que precisava se casar com a música negra. A mão negra trazia, com seu ritmo, a sensualidade para dentro da música. A mão branca parece que ainda não se sabe bem ao certo o que acrescentou, além de rostinhos que a mídia preferia ver.
Houve um tempo em que o sexo era apenas um modo de ser, uma forma de expressão de arte. E esses tempos de Elvis e sua pélvis censurada não foram mortos. Pelo menos não enquanto existia um rebolador chamado Michael Jackson.
O envolvimento de Elvis com a música é sexual, mas isto com tal naturalidade que o erotismo não impediu Elvis de se tornar um mito na família americana e não apenas dos jovens, sempre mais liberais. Quanto à Michael Jackson, a família sempre se divertiu com seus gestos "obscenos". Michael dizia ser escravo do ritmo para justificar os gestos, mas nem precisava, porque já sabíamos!
A performance é um ato sexual entre ele e a música que envolve todos, e, naquele momento, todos compreendem. Michael não usava o sexo para prostituir a música, mas sim para fazer amor com ela!
No palco Michael nos levava de volta ao tempo em que brancos espiavam de fora as festas negras sem saber ao certo o que estava acontecendo durante a música. Seria uma orgia? Mas depois que Elvis abriu a porta da festa, Michael nos convidou a entrar e sentir a música em sua plenitude.
Tudo o que sentimos foi a arte usando o corpo deles para nos tocar de forma mais íntima!

adaptado por Sarah Marques
original de Andréa Luisa Bucchile Faggion