sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Paranoica



Já cansei de ser ignorada
brigaram comigo quando eu estava certa
todos querem cortar minhas asas
e tentam me impedir de alcançar metas

Será que eu causo tanto mal assim?
A ponto de ninguém gostar de mim?

Talvez seja paranoia minha
Sabe? Como fantasia
Mas como parar esse sentimento
que me faz sentir vazia?

Será que alguém vai me ajudar...
Quando eu mais precisar?

 Sarah Marques


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Máscara

Estive fora uns dias
numa onda diferente
Encontrei tanta gente
que até perdi as contas

Eu fui pra um lugar
pra tentar renovar
ideias ultrapassadas
e criar algo novo pra minha vida

Eu sei,
que não vai ser num passe de mágica
que eu vou mudar
Sei,
não vai ser fácil
mas eu vou tentar

Agora estou de volta
vejo tudo de outra forma
Está tudo esclarecido na minha mente
Vou deixar de usar máscara pra ser diferente!

 Sarah Marques

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Amyzinha...




Fã é aquele que luta, que chora, que vibra, que alegra, que apoia, que segua, que ergue, que aconselha, que ama, que corre atrás e que acima de tudo valoriza, mesmo que ninguém faça mais isso. Pois fã de verdade não abandona e sim acompanha nas horas boas ou ruins.



 Sarah Marques

Lágrimas Não Vão Secar

Você viveu uma vida rápida
Sua música nos levou as alturas
Você estava feliz
Você tinha uma grande coração
Compartilhou conosco seu amor
Você foi feliz

Então volte, volte
Volte pra minha vida
Por favor não vá, vá
Isso não pode estar certo

Você não vai ficar, ficar?
Lágrimas secam por si só, você disse
Estas lágrimas não vão secar sem você Amy
Você não vai ficar?
Sinto que você foi levada
'Back to Black' se tornou cinza

Você abriu a porta
Mostrou ao mundo suas falhas
Você foi a nossa verdade
Isso era o que amávamos em você
Era o brilho do sol da minha janela
Gabrielle deu certo
Oh, minha estrela brilhante

Volte, volte
Volte pra minha vida
Como você pode ir, ir?
Isso não pode estar certo

Oh, fique
Fique
Sinto que você foi levada
'Back to Black' se tornou cinza
Você não vai ficar, ficar?
Lágrimas secam por si só, você disse
Estas lágrimas não vão secar sem você Amy
Disse pra ficar
Disse pra ficar
Disse pra ficar
Você teve uma vida rápida
Sua música nos levou as alturas
Mas você foi feliz!!!

Heshima


Love lives forever!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Música = Amor

Nos (bons) tempos do rebolado de Elvis, a música branca descobriu que precisava se casar com a música negra. A mão negra trazia, com seu ritmo, a sensualidade para dentro da música. A mão branca parece que ainda não se sabe bem ao certo o que acrescentou, além de rostinhos que a mídia preferia ver.
Houve um tempo em que o sexo era apenas um modo de ser, uma forma de expressão de arte. E esses tempos de Elvis e sua pélvis censurada não foram mortos. Pelo menos não enquanto existia um rebolador chamado Michael Jackson.
O envolvimento de Elvis com a música é sexual, mas isto com tal naturalidade que o erotismo não impediu Elvis de se tornar um mito na família americana e não apenas dos jovens, sempre mais liberais. Quanto à Michael Jackson, a família sempre se divertiu com seus gestos "obscenos". Michael dizia ser escravo do ritmo para justificar os gestos, mas nem precisava, porque já sabíamos!
A performance é um ato sexual entre ele e a música que envolve todos, e, naquele momento, todos compreendem. Michael não usava o sexo para prostituir a música, mas sim para fazer amor com ela!
No palco Michael nos levava de volta ao tempo em que brancos espiavam de fora as festas negras sem saber ao certo o que estava acontecendo durante a música. Seria uma orgia? Mas depois que Elvis abriu a porta da festa, Michael nos convidou a entrar e sentir a música em sua plenitude.
Tudo o que sentimos foi a arte usando o corpo deles para nos tocar de forma mais íntima!

adaptado por Sarah Marques
original de Andréa Luisa Bucchile Faggion

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dor

De tanto cultivarmos a dor, ela acaba perdendo o sentido. Choramos vendo as vítimas de um tal desastre na tv. Mas não nos emocionamos quando passamos perto de um mendigo que vive na esquina da nossa casa. Isso faz sentido?
Na maioria das vezes, apesar de chorarmos lágrimas de crocodilo pelo sofrimento dos outros, quase nunca transformamos isso em algo positivo, não pensamos em maneiras de aliviar aquela dor. Sentimos pena, e só. 


Sarah M.